quarta-feira, 6 de março de 2013

Guiné-Bissau: José Mário Vaz anuncia candidatura à liderança do PAIGC


Bissau - O ex-ministro das Finanças, José Mário Vaz (JOMAV) vai comunicar publicamente, esta quinta-feira, 7 de Março, a sua candidatura à liderança do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).
Em declarações à PNN, o Director de Campanha de JOMAV disse que chegou a atura para os «peixes grandes deixarem de engolir peixes pequenos», referiu Avelino Cabral, sublinhando que esta candidatura vai permitir aos guineenses uma reflexão para a mudança de rumo no processo de desenvolvimento da Guiné-Bissau.

Avelino Cabral disse ainda que a candidatura de JOMAV visa ter uma liderança forte na direcção do PAIGC: «Saímos de uma situação complicada. Para encontrar este país é preciso uma liderança forte do partido», referiu o responsável pela campanha, admitindo que, com o decorrer do tempo, a candidatura possa ser apoiada por outros pretendentes à direção do PAIGC.

O grande número de candidatos que pretende assumir a direção do partido foi considerado por Avelino Cabral como uma oportunidade para os guineenses que têm como objectivo servir o país.

«Isto é uma oportunidade porque, desde a história do partido, nunca se verificou esta corrida à liderança», referiu.

José Mário Vaz, Domingos Simões Pereira, Braima Camara e Aristides Gomes são alguns dos candidatos que visam a Presidência do PAIGC.

Sumba Nansil
PNN

CONAEGUIB agenda mais uma vigília em frente da Presidência da República esta semana



Interior de uma sala de aula na Guiné-Bissau

Bissau (Rádio Sol Mansi-RSM, 5 de Março de 2013) –  A Confederação Nacional das Associações de Estudantes da Guiné Bissau (CONAEGUIB), agendou para esta quinta-feira, dia 7, mais uma vigília em frente da Presidência da República.
Para esta organização estudantil, trata-se de uma forma de exigir o respeito pelos direitos da sua classe salvaguardados pela constituição da República.
A organização pede a todos os estudantes das escolas públicas, funcionários públicos, militares, polícias, a Guarda Nacional e motoristas a participarem da vigília de forma ordeira, pacífica, e que cada um se traje de camisola branca ou de uniformes escolares com uma ou mais velas nas mãos.
A solidariedade das escolas privadas bem como de estudantes do ensino médio e superior foi igualmente solicitada, refere nota informativa da CONAEGUIB.

Engenho explosivo mata pai e filho em Fanhi no setor de Nhacra


Bissau (Rádio Sol Mansi-RSM, 5 de Março de 2013) –  Um engenho explosivo que aparentava manifesto desgaste do tempo, matou segunda-feira um homem e seu filho na aldeia de Fanhi, área administrativa de Nhacra.
A explosão ocorreu por volta das 15 horas locais, logo que o homem quis utilizar a granada para algum serviço com a catana.
Segundo um testemunho em Fanhi, tratou-se de uma granada que o malogrado cidadão teria desenterrado no local onde formava blocos de terra batida e dava a impressão de completamente desgastada pelo tempo. E não se sabe se os malogrados sabiam se se tratava de uma granada ou não.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Uma ala do PRID decide juntar-se ao PAIGC



Aristides Gomes, Líder do PRID

Bissau (Rádio Difusão Nacional-RDN com GBissau.com, 3 de Março de 2013)–  O PAIGC pode ficar mais reforçado, visto que uma do Partido Republicano para a Independência e Desenvolvimento (PRID), liderada pelo ex-líder desta formação política na oposição, Aristides Gomes, pode anunciar o seu regresso ao partido.
Este eventual regresso de Aristides Gomes e de tantos outros dirigentes, militantes e simpatizantes do PRID ao PAIGC devia ter sido anunciado na tarde de domingo findo em conferência de imprensa.
Este pré-anunciado regresso de Aristides Gomes ao PAIGC surge na sequência de uma renhida luta dos dirigentes do PRID pela liderança do partido.
Na primeira quinzena do mês de Janeiro deste ano, o Supremo Tribunal da Justiça (STJ) legitimou a actual direção do PRID, cujo líder, António Afonso Té, fora eleito no final do último congresso extraordinário desta formação política.
Na ocasião da legitimação da sua direcção pelo STJ, Afonso Té prestou as seguintes declarações à imprensa:
“É uma satisfação, devo dizer que mais uma vez a justiça foi feita, não por ser favorável à atual direção do PRID. Sabemos que o PRID é um partido que tem muitas coisas para dar a Guiné, as pequenas contradições que temos no nosso seio não deveriam chegar a este ponto, mas, infelizmente, chegaram, devido a atitude de pessoas sobre quem duvidamos que, de facto, têm interesses”.
Agora, não se sabe até que ponto o regresso de Aristides Gomes ao PAIGC afectará o partido que ele próprio fundou, o Partido Republicano para a Independência e Desenvolvimento (PRID).
GBISSAU

Esquadras da POP dos sectores de Tite e Catió estão agora reforçadas com meios de garantia de segurança



Basílio Sanca, Secretário de Estado da Ordem Pública
Bissau (Rádio Difusão Nacional-RDN, 3 de Março de 2013) –  As Esquadras da Polícia da Ordem Pública (POP) dos sectores de Tite, na região de Quínara e de Catió, região de Tombali, todas elas no sul do país, foram no último fim-de-semana reforçadas com meios de garantia de segurança às populações locais.
O Ministério do Interior procedeu à entrega de duas viaturas, um lote de fardamento, algemas e outros materiais destinados àquelas duas esquadras no sul do país.
O acto de entrega foi presidido pelo Secretário de Estado da Ordem Pública, Basílio Sanca.
GBISSAU

sexta-feira, 1 de março de 2013

PRT Manuel Serifo Nhamajo regressa ao país, depois da Cimeira da CEDEAO na Cotê d´Ivoire


Aperto de mão Serifo Nhamajo e Primeiro-Ministro, Rui Barros na presença de Braima Sori Djaló, Presidente da ANP
Bissau (Gabinete de Imprensa da Presidência da República, 28 de Fevereiro de 2013) – Manuel Serifo Nhamajo regressou ao país esta quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013, depois de ter participado na Cimeira ordinária da CEDEAO, que decorreu entre os dias 27 e 28 deste mês em Yamoussoukrou, capital política da Cote d´Ivoire.
Em declarações à imprensa já em Bissau, Serifo Nhamajo disse aos jornalistas que a Cimeira foi positiva para o momento político do país, na medida em que “permitiu analisar em conjunto com os homólogos da CEDEAO, a agenda de transição e, fizemos o resumo de tudo o que foi feito a partir no quadro da organização até à esta data. Em conclusão, a Cimeira felicitou os esforços que estão a ser desenvolvidos a nível interno e incentivou que haja uma maior inclusão nos debates e nas atividades de transição”.
Outro aspecto importante, adiantou ainda Serifo Nhamajo, é que “os Chefes de Estado presentes na Cimeira propuseram ao Presidente da República de Transição, a apresentar uma agenda de transição à Assembleia Nacional Popular, para que depois de ratificada, seja submetida à Comunidade Internacional. À respeito, faltará agora concluirmos o trabalho de casa que já iniciamos com a participação de todas as forças vivas do país, para que tenhamos concluídas até ao final do mês de Março as etapas precisas, na medida em que existe uma data indicativa que era até ao final deste ano termos as condições necessárias para a realização das eleições”.
Ainda em Yamoussoukrou, Serifo Nhamajo manteve um encontro com o Secretário Executivo da CPLP, o Moçambicano Isaac Murargy.
Foi o primeiro encontro entre a CPLP enquanto organização, com as autoridades da transição na Guiné-Bissau, por isso, Serifo Nhamajo disse “mais vale tarde do que nunca, porque nada melhor que as pessoas se sentarem, dialogarem e trocarem informações”.
O PRT disse acreditar que “com o espírito aberto do Secretário Executivo da CPLP e com a situação actual interna do país que tende a melhor, poderemos reunir os consensos necessários junto à comunidade internacional para apoiarem os esforços internos da Guiné-Bissau, no sentido de sair da crise com a qual é confrontada. Fiquei com esta sensação e constatei existir esta vontade da parte do Secretário Executivo da CPLP”.
O Presidente da República de Transição Serifo Nhamajo participou na 42ª Sessão Ordinária da Cimeira da CEDEAO, na companhia de mais 12 Chefes de Estado de países que fazem parte da organização, nomeadamente, Diocounda Traoré (Mali), Macky Sall (Senegal), Ernest Bai Koroma (Sierra Leoa), Faure Gnassingbé (Togo), Ellen Johnson Sirleaf (Libéria), Alpha Condé (Guiné-Conacri), Blaise Compaoré (Burkina Faso), Goodluck Jonathan (Nigéria), Issoufou Mahamadou (Niger), Yaya Jameh (Gâmbia), John Dramani Mahama (Ghana) e Alassane Ouattara (Côte d’Ivoire).
Antes, Serifo Nhamajo participara em Seul, Coreia do Sul, na Conferência Mundial para a Paz.
“Nessa conferência, demos a nossa contribuição, pela modesta experiência que temos no quadro da nossa comissão da reconciliação nacional, falamos da convivência multi-étnica que existe na Guiné-Bissau, falamos da coabitação religiosa, do estado laico que somos e falamos também da inclusão política, por isso julgamos que foi muito bom termos participado e subsidiado essa conferência com a nossa experiência”.
Em Seul ainda, Serifo Nhamajo recebeu o doutoramento Honoris Causa, com o qual foi granjeado pela Universidade de Seul.
Sobre o diferendo entre o ANP e o Governo que muito tem agitado a vida política nacional, o PRT disse que “situações deste género são normais no exercício pleno da democracia, em que deve haver respeito pela opinião do outro, cada um deve escutar o companheiro, para depois se procurar o meio-termo, daí estou certo que se vai encontrar uma solução para este assunto que não se afigura para já dramaticamente conflituosa”.

Transição na Guiné-Bissau dura até final de 2013


Aspeto geral da cimeira da CEDEAO consagrada às crises na Guiné-Bissau e Mali
Os chefes de estado e de governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) prolongaram hoje o período de transição da Guiné-Bissau até ao final do ano. A decisão saiu da 42.ª cimeira ordinária da organização, que decorreu entre quarta-feira e hoje em Yamoussoukro, na Costa do Marfim.
Segundo o comunicado final divulgado após a reunião, "a Cimeira decidiu prolongar o período de transição na Guiné-Bissau até 31 de dezembro de 2013, tendo em conta o processo em curso na Assembleia Nacional Popular (ANP)".
Na sequência do golpe de Estado de abril de 2012, as autoridades regionais tinham instituído um período de um ano para que a Guiné-Bissau organizasse eleições. Esse período iria até maio deste ano, mas as eleições, projetadas para abril, não se realizam no tempo estimado por ainda não terem sido criadas condições para tal.
Segundo o comunicado, com as conclusões da Cimeira, a CEDEAO reiterou o apoio à transição na Guiné-Bissau e felicitou a assinatura do Pacto de Transição por todos os principais partidos (o partido mais votado não tinha assinado o Pacto e só o fez recentemente).
"A conferência encorajou o Presidente interino, Manuel Serifo Nhamadjo, a submeter um projeto de roteiro" realista à ANP para "a preparação e organização de eleições gerais livres, justas e transparentes antes do fim do ano de 2013", que o deve adotar "o mais rapidamente possível", dizem as conclusões da Cimeira.
A CEDEAO, acrescenta, instou a União Africana a apresentar rapidamente um relatório da missão conjunta que em dezembro do ano passado esteve no país. Esse relatório será outra forma de aumentar "os esforços visando criar um consenso junto dos parceiros internacionai sobre a situação na Guiné-Bissau".
DN

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Presidente do Parlamento da Guiné-Bissau diz que Governo de transição "não está a governar nada


Bissau, 28 fev (Lusa) - O presidente do Parlamento da Guiné-Bissau, Ibraima Sory Djaló, acusou hoje o Governo de transição de inoperância e apontou as greves dos trabalhadores da função pública e a falta de energia, de água e de salários como exemplos.
Falando para cerca de uma centena de alunos das escolas públicas que se manifestaram hoje em frente do Parlamento, Sory Djaló pediu calma aos alunos, dizendo-lhes que está solidário com a sua luta.
"Estamos solidários com os alunos e os professores da Guiné-Bissau, porque a única herança que podemos deixar para os jovens de hoje é a formação, não são carros, casas ou quintas. Lamentavelmente neste momento estamos muito tristes e preocupados porque não há aulas", afirmou o presidente do Parlamento guineense.


EXPRESSO

Sede do Partido da Renovação Social recebe reunião dos dirigentes do Fórum de Partidos Políticos signatários do Pacto e Acordo de Transição


Partido da Renovação Social (PRS), Guiné-Bissau
Bissau (Rádio Difusão Nacional-RDN, 27 de Fevereiro de 2013) – A sede nacional do Partido da Renovação Social (PRS), foi na passada terça-feira o palco de uma reunião dos dirigentes do Fórum de Partidos Políticos signatários do Pacto e Acordo de Transição.
A reunião visava analisar a atual situação política do país, sobretudo o diferendo que opõe o parlamento ao governo. Após cerca de três horas de reunião, o porta-voz desse grupo de partidos, Marciano Indi, prometeu trazer à luz, esta quinta-feira, em conferência de imprensa, as conclusões dessa concertação.
“Aos signatários do Pacto e que fazem parte do Fórum de Partidos políticos, que tomem parte nessa conferência de imprensa, onde vamos tornar pública a nossa posição em relação a atualidade política”, convidou.
Jornalista – “O que quer dizer com a atualidade política?”
Marciano Indi – “Nós temos estado a ouvir vozes diferentes a falar da transição, da coabitação do governo com outro órgão de soberania, ouvimos muitos diz-que-diz e queremos por isso tornar pública a nossa posição face a essa situação”, disse.
Jornalista – “Como avalia o relacionamento do governo e o parlamento?”
Marciano Indi – “Olha, eu não posso adiantar nada, na conferência de imprensa, falaremos de tudo isso”.
Jornalista – “Como político e signatário do Pacto de Transição, como avalia o rumo da transição neste momento?”
Marciano Indi – “Nós pensamos que, com todas as dificuldades que o enfrentou desde o golpe de abril do ano passado, o governo foi constituído depois, apesar de todos os entraves existentes, o governo tem estado a dar passos positivos”, observou esse dirigente do Partido Republicano para a Independência e Desenvolvimento (PRID).
Indi defendeu igualmente a criação da já bem polémica Comissão Multipartidária e Social de Transição, como espaço de concertação dada a caducidade do parlamento.
“É um espaço de reflexão, onde todos os atores políticos e sociais devem tomar parte, por forma a refletirem e discutirem assuntos ligados à transição política”, sublinhou.
“Porque, neste momento, não quem diga que tem a legitimidade ou a quem op povo concedeu o poder. A falar da ANP, o mandato desta já caducou desde novembro 2012. temos um governo de transição e um Presidente da República que não são legítimos. Então, quem é que pode definir as regras neste momento é o consenso entre partidos políticos e não a ANP”, considerou.
GBISSAU

ANP: Presidente continua firme na sua posição em ver governo a apresentar programa e orçamento aos deputados


Presidente da ANP da Guiné-Bissau,Braima Sori Djaló
Bissau (Rádio Bombolom-FM, 27 de Fevereiro de 2013) – O Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) não desarma da sua decisão de exigir ao governo de transição a apresentar o seu programa de governação e respetivo orçamento aos deputados para efeito de análise e aprovação.
Braima Sori Djaló se exprimia na sessão parlamentar de quarta-feira, na sequência da preocupação levantada por alguns deputados em relação a presença, terça-feira, das chefias militares no parlamento.
Sori Djaló foi peremptório ao reafirmar a sua intenção de não recuar nem um milímetro sequer, na declaração que fez terça-feira, como forma de pressionar o governo e levâ-lo a respeitar o preceituado na constituição da República.
“Eu sei que o anúncio que fiz atrapalhou as pessoas, mas, não nos desarmamos. Nós não vamos nos desarmar, que as pessoas saibam que não vamos nos desarmar. Que ninguém pense que a vinda das tropas para aqui nos desarmou, não. Não estamos desarmados, vem vamos nos desarmar, só quando elas cumprirem aquilo que está entre nós e elas – que está na constituição e no regimento, se de facto quisermos permanecer aqui como deputados. Caso contrário, que elas acabem com a Assembleia”, avisou.
Braima Sori Djaló referiu-se igualmente à adenda ao Pacto e Acordo de Transição, assinada por todos os partidos políticos, com exceção do PAIGC, PRS, UM e PND e depositada no Supremo Tribunal de Justiça, a fim de impedir a que esse órgão legislativo prorrogue o mandato.
“Não somos invejosos nem provocadores. Porém, se alguém nos provocar, é certo que não lhe perdoaremos. Este documento deu entrada no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), não tendo sido assinado por quatro principais formações políticas, que são o PAIGC, PRS, UM e PND. O documento é uma adenda feita no sentido de se substituir a Assembleia Nacional Popular. Mas, nós, assinantes do Pacto de Transição, por que é que a adenda foi feita secretamente e foi depositada no STJ? Não sabemos qual é a real intenção”, explicou.
“Talvez, com o sentido de o STJ decidir acabar com a Assembleia ou nos obrigue a aceitar aquilo que consta do documento. Das duas, uma: o que querem é apagar o nosso fogão. Contudo, é preciso que os deputados que os defendem saibam que eles não fazem parte da Comissão Permanente. Dai que, se Assembleia fôr extinta, eles estarão fora da linha”, avançou.
“E nós não estamos interessados em ficar na Comissão Permanente. Porque eles é que escreveram e disseram, citamos – na sequência da prorrogação do mandato (isto é que suscitou o problema) da legislatura da ANP, as votações de diplomas devem obedecer ao consenso dos atores políticos nela representados e não nos termos constitucionais e regimentais da ANP. Quer dizer, nós vamos ficar aqui só para aceitar aquilo que eles aprovaram, sem mesmo mudarmos uma única vírgula? Os partidos políticos é que escreveram isso em conluio com o governo atual – para governarem como já têm vindo a governar, sem serem exigidos nem controlados”, sublinhou.
Outro assunto também analisado pelos deputados é a cena de pancadarias registada terça-feira entre as populações de algumas aldeias do setor de Nhacra, que resultaram no ferimento de quatro civis e dum agente da Polícia da Ordem Pública (POP).
A deputada do PRS eleita pelo circulo de Nhacra, Isabel Crato, foi quem abordou o assunto, dando mesmo conta que um agente da POP teria ficado refém da população revoltosa por algum tempo, o qual só veio a ser encaminhado para um hospital após intervenção do ministro do Interior, Baptista Té.
GBISSAU